Sala de jantar tomando forma: Mesa e Papel de Parede!!!

E o apê vai ganhando ares de lar.

Hoje vou mostrar pra vocês a mesa da sala de jantar, e o papel de parede já instalado. Primeiro, vamos lembrar que já dediquei 2 posts anteriormente mostrando várias ideias tanto para mesas de jantar quanto para papel de parede. Se está buscando ideias, recomendo dar uma olhadinha neles também.

Mas, sem demora, vamos logo para o papel de parede instalado! 🙂

Ele é da coleção Verve, de papeis de parede italianos vinílicos. Achei que ficou bem parecido com o que tinha em mente quando o vi no catálogo.

Agora, qualquer semelhança entre o tom das folhas cinzas e a parede que fica ao lado… não é mera coincidência, lógico! 😉

Casou legal, né? Gostei do resultado. Como a parede onde fica o papel é bem pequena, 1 rolo somente foi necessário, e ainda sobrou um pedaço do papel, que devo pedir para o instalador voltar e colocar aqui:

Essa paredinha ao lado da porta fica de frente para o papel, então acho que ficaria interessante. E daria vida a aquele pedacinho que com certeza ficaria esquecido!

E partindo para a mesa de jantar…

Estou louco por ela! Se não me engano, foi o primeiro móvel que comprei para o apartamento, lá no Carioca Design (que fica no Carioca Shopping).  A loja foi a SCJ Design. Isso em novembro… E só agora puderam entregar, porque não dava para fazer isso antes do piso ser colocado. Mas valeu a espera!

E tem a cadeira também, muito confortável! E claro que o cinza da cadeira está aí por uma razão…

E assim está minha sala de jantar, por enquanto:

Agora é hora de pensar em colocar um espelho nessa parede vazia, e ainda preciso escolher um pendente legal também. Já anotei a ideia para um futuro post: falar de pendentes. São tantas opções… uma mais cara linda que a outra, que fica difícil escolher!

Espero que tenham gostado. Abraços e até a próxima,

Thiago S.

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Cama Box com Baú

Hora de falar sobre o lugar sobre onde passamos 1/3 da vida.

É difícil pensar numa decisão “fácil” quando o assunto é montar sua casa, mas escolher colchão é particularmente difícil porque sabemos do impacto prático dessa decisão em cada dia que chegamos super cansados querendo relaxar. Então vale a pena sim subir em cima de todos os colchões, passar por cima da vergonha e se jogar, rolar de um lado pro outro pra saber exatamente como o colchão se movimenta.

Eu sabia que queria uma cama box casal normal (1,88X1,38), mas resolvi também ficar com uma cama baú. Tenho muita roupa, guardo muita coisa no armário, e acho que o espaço do baú vai ser providencial para guardar roupa de cama!

No fim das contas, eu fiquei em dúvida entre a Ortobom e a Sonobello. Honestamente, preferi o colchão da Sonobello, mas a gente acaba considerando também o fato de que a Ortobom é mais conhecida e tal. Foi bom porque eles me deram mais descontos quando viram que estava na dúvida, e quem ganhou a queda de braço foi mesmo a Sonobello.

Esse é o colchão Florença de molas ensacadas. Recomendo muito esse tipo de colchão porque ele é muito macio, mas é firme. Se você estiver deitado e se mexendo, não vai sentir o colchão todo se balançando, muito menos quem tiver do outro lado da cama. Nem que você dê um pulo! E, mesmo assim, o colchão é uma delícia.

Reparem na altura! Quem for baixinho vai precisar de escadinha 😛

E agora, o baú…

Bem espaçoso, né? Outra coisa que me fez optar pela Sonobello, no fim, foi que consegui que eles me dessem, ao invés dos travesseiros meio sem graças que tinham oferecido de brinde, 2 travesseiros “da Nasa”. A Revista Super Interessante explica:

Tudo começou em 1966, quando a Nasa encomendou um material de revestimento para a nave que absorvesse choques. Surgiu a espuma viscoelástica, que se adaptava ao formato do corpo e voltava ao volume original quando a pressão era removida. Nos anos 80, quando a tecnologia ficou mais barata e menos cheirosa, caiu no gosto dos fabricantes de travesseiros e colchões.

Ou seja, obviamente não é que a Nasa fabrique o travesseiro, eles desenvolveram uma tecnologia que depois foi apropriada pelos fabricantes de colchões. E olha… que delícia, gente! A foto dá pra ter uma ideia da beleza que é o travesseiro:

Imagina um colchão inteiro desses! Hmmm…. existe, mas nem é fácil encontrar nas lojas, porque só o colchão é coisa de mais de 5 mil reais, pelo que ouvi. Sob pressão, o visco cede gentilmente, se adaptando ao peso da cabeça/corpo. E depois fica firme. Mas é ótimo ficar mexendo a cabeça de um lado pro outro só pra sentir o visco cedendo!(Ah, esse é o travesseiro Toque de Pêssego Nasa.

Por hoje é só, pessoal. Abraços e até a próxima,

Thiago.

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Porcelanato na Cozinha

Aos interessados, essa compra foi reavaliada em 14/01/2014 e você pode conferir a avaliação na íntegra AQUI.

***

Com tanta coisa para se fazer quando se muda para um apartamento novo, trocar o piso da cozinha não estava nos meus planos. Já estava me dando o luxo de trocar o piso do resto da casa, pois era um sonho meu; então não previa gastar mais dinheiro com isso.

Mas quando cheguei para ver as condições da cerâmica da cozinha, fiquei bem desanimado. Havia pisos rachados (tudo bem, a construtora até trocaria), mas o rejunte já estava com uma cara de encardido horrível. Coisa nova já com cara de velha… não dá. De um lado, um piso super legal; e a um passo de distância, um piso das trevas. E como a cozinha é americana, isso ficaria ainda mais evidente.

Acabei resolvendo então trocar o piso da cozinha. Já que é pra brincar, vamos brincar direito. Como a cozinha é pequena, não sairia por nada muito exorbitante. Então fui em busca de um porcelanato legal, mas com limite fixo de preço: R$50 por m2 no máximo (ou quase metade dos R$96/ m2 que paguei pelo laminado). Para minha surpresa, não foi tarefa das mais difíceis achar porcelanato bonito e barato.

Acabei me decidindo por esse: Porcelanato Alvor Bege, da marca Incepa.

Nessas fotos assim fica bem difícil imaginar como o resultado final fica. Tudo parece o mesmo! Mas na prática é bem diferente… Então vamos partir para um antes e depois?!

Antes: cozinha triste, deprimida, e sujinha.

E o rejunte…. aff!

E agora… revitalizada… 🙂

“Ah, mas a cozinha é tão pequenininha, será que alguém vai reparar a diferença?”. Me diziam isso. Agora me respondam vocês, se é a mesma coisa.

As placas tem 60×60, ao contrário da cerâmica anterior que tinha 30×30. Gosto também do fato das placas estarem mais juntinhas, logo, menos rejunte. Deu pra perceber que fiquei meio traumatizado com o rejunte antigo, né?

Bem, é o que temos pra hoje. Ah! não mandei quebrar a cerâmica. Optei por gastar um pouco mais com argamassa piso-sobre-piso (SuperLiga Plus) e evitar quebra-quebra. Acho uma boa opção!

Um abraço pra vocês e até breve,

Thiago.

 

Leia a avaliação que fiz dessa compra, após 2 anos de uso, aqui:

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A saga do piso, parte 5: Laminado finalmente instalado!!!


Quando a imagem vale mesmo mais que MIL palavras, você usa a imagem!

Então, nada melhor então que essa foto para ilustrar o teor do post de hoje, um especial para mim.

Finalmente hoje vieram instalar o piso laminado dos meus sonhos, o Durafloor Studio Carvalho Dover. Desde que vi há muito tempo uma foto de um ambiente com o Durafloor Vintage Nogueira Antígua (como mostrei na parte 2 da série sobre o piso), sabia o que queria: Um laminado com vincos que lembram as tábuas de madeira maciça, os assoalhos de madeira. Um tom claro, de preferência. E quando o Antígua saiu de linha, o Dover tornou-se minha primeira opção.

Para minha surpresa, o processo de instalação foi ainda mais rápido do que pensava: UMA MANHÃ! Isso mesmo! Em 4 horas, o piso foi instalado nos quartos, corredor, e salas.

Num piscar de olhos a sala passou disso….

.. para isso…

É impressionante como tudo muda!! E logo após os outros ambientes foram ganhando vida. A sala de jantar…

… e os quartos…

Gosto da sensação de amplitude que os vincos conferem ao ambiente; como é um apartamento pequeno, isso é essencial.

No fim, me dou por satisfeito! Terei só que resolver um probleminha na transição da sala para a cozinha, que é feito com um filete de pedra mármore. Achei que eles fariam o arremate através do perfil de transição de ambientes, mas como a pedra era uns 2cm mais alta, o instalador disse que não dava para fazer. Agora vou ter que ver se mando lixar a pedra, para dar um acabamento que seja melhor esteticamente e para evitar tropeços… Imprevistos acontecem…

Mas estou feliz. Gostaram? Eu amei! O piso foi comprado na loja Pallas Dobbin, em Vila Isabel, no Rio de Janeiro.

Um abraço e até a próxima,

Thiago

 

Leia aqui minha AVALIAÇÃO sobre o piso laminado, com 1 ano e meio de uso:

 

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Impermeabilização das Janelas

Prometi num post anterior que falaria sobre como foi o processo de impermeabilização das janelas, problema descrito aqui.

Em linhas bem gerais, a janela, que não tem pedra granito como é comum, apareceu assim:

Isso não só no meu apartamento, mas também em vários outros do prédio. Enviei um e-mail para o pessoal do site Mundo da Impermeabilização, que, muito prestativos, me responderam prontamente.

Recebi recentemente as chaves do meu apartamento, num condomínio novo, mas estranhei ao perceber que as janelas não tem aquela pedra de granito embaixo; o próprio alumínio da janela faz o acabamento entre a alvenaria e a janela.
Acontece que, agora, após essas chuvas, muitos moradores tem notado que um filete de água surgiu por baixo das janelas, e depois, tudo ficou amarelado.
A construtora disse que faria uma impermeabilização, e que isso não aconteceria mais; entretanto, os próprios pedreiros falaram que é possível que o problema aconteça novamente, pela falta da pedra embaixo da janela.
Minha pergunta: A pedra é realmente essencial? Ou há algum processo de impermeabilização que evite que a água entre nesse contexto (o revestimento externo é monocapa)? (Se sim, quais?)
E a resposta, potencialmente animadora:
Boa noite Thiago, o procedimento é mais simples do que você possa imaginar. Nessa situação e recomendavel impermeabilizar com selante de poliuretano ou espuma de poliuretano.
No primeiro caso o selante e vendido em bisnagas de 300ml e a aplicacao e feita com pistola, por favor nao confunda poliuretano com silicone, alguns vendedores inexperientes empurram silicone e esse nao tem resistencia a exposicao externa, ja o poliuretano e muito mais resistente e dura muito mais.
No segundo caso, a espuma de poliuretano e um produto bem pratico, sao vendidos como latas de spray, e podem ser aplicados nas frestas, ele expande entao depois de expandido e necessario a remocao do excesso com um simples estilete.
Então lá fui eu atrás da tal espuma de poliuretano. Acabou que achei o produto numa loja de materiais de construção bem baratinho, pouco mais de 20 reais.
Então começaram o processo.
Primeiro, o pedreiro raspou toda a monocapa de revestimento externo. Em seguida, ele fez como que uma vala por baixo do alumínio da janela, preenchendo com um material que sela.
Aí está a janela selada. Depois, ele aplicou por cima um pouco da espuma expansiva e refez o acabamento, tomando o cuidado de fazer um leve caimento para fora, coisa que não havia antes.
Finalmente, na parte interna, meu pintor recomendou que usasse esse esmalte da Coral, que segundo ele evita que a parede fique amarelada novamente.
Agora ficou tudo bonitinho assim…
Mas resta saber se vai funcionar mesmo. Tem chovido muuuuito….. Agora, se depois de tudo isso ainda não der jeito, ou a construtora refaz TODAS as janelas do condomínio, e põe uma pedra, ou nos vemos na justiça. Afinal, quem vai pagar o prejuízo caso eu tenha que refazer a pintura, ou o piso de madeira, com a entrada de água? Eu que não.
Enfim, mas vamos torcer para que tudo dê certo.
Até breve… mas ainda essa semana volto com novidades muito legais!
Thiago
 
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Sala Pintada: Branco e Cinza personalizado

Olá queridos e queridas, como vão?

Por aqui, o pintor já terminou sua empreitada e o apartamento já foi todo lixado, emassado e pintado. Ufa! Venho mostrar hoje como ficaram as paredes da sala.

Lá no post original, eu disse que, para a sala, a tinta eleita tinha sido essa (simulação no site da Coral):

Ao contrário da Pluma de Pavão, que ficou exatamente como eu queria, a Toque de Cinza, na minha parede, ficou clara demais. Se olharmos a cor isolada, até nota-se um certo contraste em relação ao branco:


É um cinza bem discreto. Um ‘toque’ de cinza, de fato. O problema é que ambas as paredes onde a tinta seria aplicada ficam sob incidência da luz de fora, e, nesse contexto, é assim que vemos a tinta:

Ou seja, praticamente não há diferença nenhuma! Ao vivo, fica ainda mais claro. Se a parede estivesse toda pintada, ninguém diria que ali há toque qualquer de cinza… Eu queria um cinza claro, mas que se destacasse do Branco usado nas outras paredes, né? Então no dia seguinte o pintor trouxe uma bisnaga de cor cinza, e foi pingando algumas gotas na tinta para fazermos testes de cor, até chegar a nuance desejada.

Que gotinhas poderosas! Logo na primeira mistura, a cor ficou assim:

Bem diferente, não? Falei pro pintor parar por aí, pois não queria que ficasse mais escuro que isso. A nuance passou no teste da incidência de luz. Dei o sinal verde para ele, e o resultado me agradou muito!

O pintor disse que talvez fique um pouquinho mais claro quando as paredes estivessem totalmente secas, mas que não vai mudar muito não. Gostei do contraste e gostei da cor também, que é um cinza agradável. Destaca-se, sem ser muito fechado.

Já o resto do apartamento foi todo pintado com a Tinta Coral Acabamento Acetinado Branco Neve Super Lavável.

 Então é isso pessoal! Apartamento começaaaando a ficar com cara de apartamento. Começando! 🙂 Até breve!

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Quarto Pintado: Coral Pluma de Pavão

Ei pessoal! Em novembro passado, eu dediquei um post às minhas decisões sobre as cores das tintas da sala e do quarto. Pois bem, hoje finalmente pude ver o início da materialização daquelas ideias na minha parede, então estou passando aqui rapidinho para mostrar como ficou.

A cor eleita para o meu quarto foi a Coral Pluma de Pavão, um azul bem profundo com toque esverdeado. Quando abri a porta do quarto, me deparei com ela:

Olha, eu AMEI! Era exatamente o que eu queria. Não acho que a foto faça jus à cor. É linda. E o acabamento acetinado fica muito bonito, realmente. Só que o pintor precisou lixar a parede e emassar alguns pontos, pois, ao contrário do acabamento fosco que disfarça imperfeições, o acetinado ou semi-brilho acentuam as imperfeições. Sai um pouco mais caro, mas vale a pena.

Agora percebam como a incidência da luz muda um pouco a nuance:

Nessa foto a tinta parece bem mais puxada para um azul mais fechado, ao contrário da outra. Por isso é tão difícil escolher precisamente uma cor, chega na hora e é sempre uma surpresa.

Para terminar, isolei o tom e bati com flash, para tentar capturar bem a cor:

É mais ou menos isso. Fiquei muito feliz com o resultado. Ah, e como vocês viram na segunda foto, a parede da janela já está pintada e impermeabilizada. Da próxima vez, falo sobre como está sendo feito o processo de impermeabilização.

Até logo,

Thiago.

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A saga do piso, parte 4: ano novo, casa nova… problemas novos

E aí caros leitores, divertiram-se bastante no réveillon? Espero que sim!

2012 chegou, e com ele, o início das obras no apartamento. O pedreiro da construtora está desde ontem preparando o contrapiso para receber o laminado. Já dá pra ver uma diferença.

Antes, notem como estava poroso, áspero e com pedrinhas.

… e agora, bem mais liso.

Ele ainda vai fazer uma outra nata de cimento por cima dessa para deixar ainda mais liso. Vocês precisavam ver quanta pedrinha saiu desse chão! Pelo menos, é um problema sendo resolvido. Problema esse que poderia ter sido evitado caso a MDL Realty e a Sinco Engenharia fossem empresas competentes, como relatei detalhadamente aqui.

Enfim– hoje também entregaram os pisos da Durafloor! \o/

Olha, eu esperei muito pra ver essas caixas de pisos! Coisa de anos! Infelizmente, não consigo ficar tão feliz quanto deveria por causa dos outros probleminhas que tem aparecido no apartamento (e no condomínio, de forma geral).

No meu apartamento, o que mais me preocupa é a infiltração por baixo da janela.

O problema é que, como vocês podem ver na foto, a janela não tem pedra granito embaixo, isolando-a. Olha, eu acho que nunca vi isso antes. Na verdade, nunca tinha parado para reparar nisso, tanto é que quando visitei o apartamento modelo nem tinha me tocado disso. Mas agora, com essas chuvas todas, muitos moradores estão reclamando que surgiu infiltração por baixo da janela.

A construtora está dizendo que fará o serviço de reparação. Primeiro, rasparão essa monocapa de revestimento externo, que, por ter essas superfície acidentada, facilita a entrada d’água. Depois aplicarão ali um produto impermeabilizante. Eles dizem que será o suficiente. Mas eu não sei se será suficiente. Não sei se a falta da pedra embaixo fatalmente irá implicar em possíveis infiltrações futuras… e isso me preocupa muito. Quem irá se responsabilizar pela pintura no futuro? E se a água atingir o piso laminado, que é caro pra caramba? Nossa, gosto nem de pensar.

O apartamento tem 5 anos de garantia, e acredito que esse tipo de coisa com certeza esteja coberto. Mas é muito amadorismo, né não? Como pode uma empresa entregar algo assim? Então, volto a reforçar: MDL REALTY- NUNCA MAIS. Não caiam nessa. E a Sinco, Construtora, ainda que aos poucos esteja reparando o que foi feito às pressas, também está deixando muito a desejar. Num dos prédios do empreendimento (felizmente não o meu, mas dá medo), houve um vazamento sério no 15o andar, e o mesmo já chegou no TÉRREO. Sim. É revoltante!

Gastamos uma nota para realizar um sonho e deixar o apê com a nossa cara, para eles tratarem o imóvel assim? Uma coisa é certa: Meu processo judicial vai gostar muito de tudo isso. E até lá, vou tocando minha obra, e esperando para que tudo dê certo no final.

Até breve e espero que com boas notícias!

Thiago.

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